Olá pessoal!
Perdão pelo meu sumiço, mas como uma amiga minha diz, "o negócio tá sinistro" lá no trabalho. E as crianças estão mais travessas do que nunca! Em razão disso, o nosso blog vai contar com a participação de convidados, onde eles irão expressar as suas críticas para livros, filmes, etc. E para inaugurar essa nova fase do "Notamos que...", temos uma espetacular crítica redigida pelo meu querido amigo Luiz Eduardo. Tenho certeza de que todos irão gostar! Beijos, Dani Rodrigues.
Por: Luiz Eduardo Morgado
O filme nos traz em seu elenco o sempre bom ator Johnny Depp e a “espiã, agente duplo, heroína” Angelina Jolie como protagonistas. A fotografia é belíssima e nos leva dos cafés da França à Itália com direito a um fantástico passeio de trem. Na parada final em Veneza, nada de gôndolas, mas belas e potentes lanchas. Ah, claro, tudo ciceroneado pela musa do Brad com muito glamour e sofisticação. É quase a versão feminina do 007.
E por falar em musa, a quantidade de vezes em que Angelina aparece em modelitos que a fazem ficar mais deslumbrante só não é maior do que a diversidade de idiomas e sotaques do filme: francês, inglês (nas versões européia e americana), italiano, espanhol...
Mesmo com tudo isso, o filme apresenta um roteiro fraco e altamente previsível. Na metade do filme já se pode imaginar, com um grau elevado de precisão, seu final. A sabedoria do espectador também é subestimada quando tudo conspira a favor do casal, como na cena em que todos os agentes (altamente treinados) abandonam, pasmem, ao mesmo tempo o local do crime, deixando a sós a nossa dupla de protagonistas suspeitos. Só faltou o "enfim sós!!"
Bem, se vale a pena assistir? Eu trocaria tranquilamente o tempo passado no ar condicionado do cinema por um bom papo e um chopp gelado com os amigos em algum bar do nosso Rio. A decisão está com vocês.






